Carlos Herrera

Cultista do Êxtase

Description:

Carlos é um “xicano” que curte a vida independente do que aconteça e ele tem “tempo” pra isso. Apesar de sua idade ser parecida com a do resto do grupo, ele é um dos mais experientes místicamente e também o que tem maior afinidade com seu avatar. Quase nunca leva nada a sério e sempre encara os problemas e desafios de bom humor, mesmo porque quase sempre não esta sobriou o suficiente pra entender o que esta acontecendo.

Bio:

A festa já estava rolando há dois dias e todo tipo de escória se misturava nesses eventos, não sei se a casa era de alguém ou a gente invadiu só porque tinha uma piscina legal, que estava vazia.
Todo tipo de droga poderia ser encontrado, do inocente álcool e tabaco até as coisas mais pesadas como uma mistura de heroina com cocaina.
Quando eu tinha apenas 4 anos de idade estava muito doente, deitado na cama encarando o teto minhas mãos se sentiam como se fossem dois balões e agora queria sentir essa isso novamente.
Queria ficar confortável, confortavelmente entorpecido.
Quanto tempo viajei eu não sei, minha mente parecia estar fora do meu corpo e eu conseguia ver tudo com clareza, até coisas do passado como se estivessem ocorrendo na minha frente agora, a briga do meu pai bebado batendo na minha mãe, que estava segurando uma faca dizendo que não aguentava mais e ia matar ele, conseguia até sentir o cheiro da urina no meu pijama enquanto me escondia embaixo da cama.
Agora estava de volta a festa, olhando para um relógio cuco engraçado na parede enquanto meu corpo estava afundado em uma poltrona, quando o pequeno pássaro cantou, a porta da casa explodiu em vários pedaços e a DEA entrou com tudo na festa.
E como de costume os ratos correram para todos os lados, eu me via apanhando de um policial quando algo borrado passou correndo subindo as escadas, os policiais foram atrás do borrão mas ele coseguiu escapar pulando pela janela do segundo andar para cima de um carro parado e montar numa moto que já estava com as chaves e sumir.
Quando recobrei a consciência faltava um minuto para o maldito pássaro sair e eu estava mais sóbrio que nunca!
Subi correndo as escadas, enquanto ouvia a porta se quebrar atrás de mim, fui para o quarto no final do corredor e quando abri a porta dei de cara com um homem loiro já com uma das pernas para fora da janela e a única coisa que consegui falar foi "ei você é o borrão! "
E foi assim que conheci o cara que me ensinou sobre magia e toda essa merda… pelo menos cai com um cara que também curti umas paradas…

Carlos Herrera

Mago A Ascensão - Um Novo Mundo, uma história antiga otavio_goldoni